Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011
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Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010
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publicado por projectogaivota às 00:47
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Domingo, 28 de Novembro de 2010
Eu tenho uma paixão

Eu tenho uma paixão doendo o coração que não tem jeito a dar.

Eu tenho uma paixão doendo o coração que não tem jeito a dar.

A medicina não formou doutor para curar mal de amor, olha o remédio é chorar.

A medicina não formou doutor para curar mal de amor, olha o remédio é chorar.



publicado por projectogaivota às 15:41
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Sábado, 27 de Novembro de 2010
Será Tréplev?...

 

 

Estabeleci um paralelo entre esta imagem e Tréplev... Quem é afinal a gaivota?...



publicado por projectogaivota às 20:00
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livre como o vento


publicado por projectogaivota às 15:36
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publicado por projectogaivota às 15:29
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Fernão Capelo Gaivota
Fernão Capelo Gaivota era diferente da maioria das gaivotas de seu bando, que só pensava em lutar por comida, junto aos barcos de pesca. Ele amava voar. Passava dias inteiros sozinho no mar, treinando vôos rasantes em alta velocidade, para aflição de seus pais e desaprovação de todos. Em vão tentou fazer-lhes a vontade e agir como os outros. Seu único interesse era aprender mais e mais sobre a arte de voar. Vezes sem conta vezes se desequilibrou, caindo violentamente na água. Depois de uma queda que quase lhe custou a vida, ia desistir, mas, repentinamente, descobriu um modo de controlar sua velocidade. Levantou vôo, e sem pensar em morte ou fracasso, conseguiu atingir a marca estonteante de trezentos e vinte quilômetros por hora, inimaginável para qualquer outra gaivota viva. Sua alegria foi enorme. Radiante, pensou: As gaivotas podem ser livres, podem procurar seus peixes no mar, em vez de ficarem ao redor dos barcos de pesca, guerreando por migalhas.? Quando Fernão Gaivota voltou para seu bando, exausto e feliz, depois de longas horas de treinamento, ansioso por lhes comunicar a grande descoberta, encontrou as gaivotas reunidas em círculo, à sua espera. A gaivota Mais Velha chamou-o ao centro e, para seu completo horror, o acusou de irresponsável e subversivo. Lavrou a sentença: por violar as tradições e a dignidade de sua espécie, foi banido do grupo para sempre. Exilado, passou a viver sozinho. Sua única tristeza era não poder compartilhar os conhecimentos que, com intenso treinamento, iam aumentando a cada dia. Muitos anos depois, já bem velho, no meio de um vôo, encontrou duas gaivotas, inacreditavelmente brancas e brilhantes que o conduziram através da neblina. Disseram-lhe: Está na hora de voltar para casa e ele compreendeu que acabava de entrar em outra dimensão e em outra etapa de aprendizado. Nesse lugar, havia um bando pequeno de gaivotas que voavam divinamente e cujo objetivo era encontrar novas técnicas, melhorando sempre a qualidade de vôo. Lá encontrou um velho mestre, Chiang, de quem se tornou aluno especial por sua enorme persistência e capacidade de aprendizagem. Com Chiang aprendeu que poderia voar no passado e no futuro, mas que o mais difícil era desenvolver a bondade e o amor. O destino de Fernão era ser instrutor e foi crescendo em seu coração o desejo de regressar e mostrar à nova geração que a vida era mais que tão somente uma luta por comida. Quem sabe não haveria algum exilado, desesperado à procura de um mestre? Assim pensando, com a facilidade que desenvolvera através da prática, voltou para o lugar onde vivia seu antigo bando. Nesse momento, o jovem Francisco Gaivota, enfurecido, voava em direção ás Grandes Colinas, banido para sempre. Vociferava insultos aos mais velhos quando, subitamente, ouviu em seu pensamento: "Acalme-se e perdoe. Ajude-os a compreender." Tornou-se discípulo de Fernão Gaivota. Aos poucos, outros jovens banidos se juntaram a eles, determinados a voar. Um dia, Fernão decidiu levá-los de volta e desafiar o bando. Através de acrobacias, demonstraram a todos a maravilha da liberdade. Mais e mais jovens foram se reunindo a eles e finalmente, apesar dos insultos da maioria, quem se decidisse a voar já não era mais expulso do convívio dos seus. Fernão, vendo concluída sua missão ali, se retirou, deixando a Francisco a tarefa de continuar a ensinar. "A importância de voar é perceber que não somos apenas um amontoado de ossos e penas. Voamos e desejamos voar cada vez mais alto e melhor, porque somos uma idéia da Grande Gaivota, somos uma idéia de ilimitada liberdade e o paraíso consiste em atingir a perfeição."


publicado por projectogaivota às 15:25
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publicado por projectogaivota às 15:10
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A borboleta

Sempre achei que esta música estava ligada a algumas temáticas da peça!


publicado por projectogaivota às 15:04
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Provérbio

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.

- "Qual é o gosto?" perguntou o Mestre.

- "Ruim " disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:

- "Beba um pouco dessa água".

Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:

- "Qual é o gosto?"

- "Bom!" disse o rapaz.

- Você sente gosto do "sal" perguntou o Mestre?

- "Não" disse o jovem.

O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:

- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo. Torne-se um lago.



publicado por projectogaivota às 02:54
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neurologista


publicado por projectogaivota às 02:20
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Ouvir com o corpo todo



publicado por projectogaivota às 02:17
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Quando penso na "gaivota" eu...

Vejo: O meu medo interior/uma praia/ uma menina boba/ a vida cheia de ambições/ sonhos/ o mar num cais com a nina o trigorin numa praia/ busca, entrada que não tem fim/ um vulto branco num fundo preto como uma fotografiadesfocada/ um descampado com luzes coloridas/ Uma gaiola aberta/ um parque cheio de folhas e uma mesa de madeira pesada no meio/ o mundo/ uma luneta/ branco/um cruzadamento/Um lago/ caminhos/ um impedimento ao voo.

 

Ouço:silêncio/ água/ o som da própria gaivota/multidão/ os passaros/ o vento e o silêncio/ vários passaros ao mesmo tempo sem se defenirem/ Barulho surdo/ valça a entrar pelos ouvidos/ só a minha respiração/ confusão de sons musicas não lineares/ rock´n rool/ vento/ o chiado da vitrola quando o disco está no fim/ o vento/o mar

 

Cheiro:velho/sangue/ um museu antigo velho empoeirado/ a lama do lago/tabaco passado/ flores/ folhas secas e aromas de outono/ Grama(terra molhada)/ Ocre morto/ mofo/ nada/ o mar/ flores/ o mar/ terra/ mar/ a calor e sal

 

Sinto:Fracasso/ Estranhesa/ frio/ Amor/ Angustia da escolha/ liberdade incontorlável/ Um arrepio que me dá paz/ o poder da conquista e do fracasso/ Ansiedade / aperto no peito / a gaivota e o mar/ Saudades/ imensidão/ preguiça/ vazio/ tristeza



publicado por projectogaivota às 02:11
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